Auera, Pessoas!
Perante a falta de assunto e a necessidade de ter o que falar, decidi relatar o que ocorre quase todos os dias desde o ano passado.
Deixou de ser uma conhecidência para se transformar numa espécie de perseguição. Para aqueles que se perguntam do que estou falando, vou explicar e contar alguns fatos semanalmente (se possível!).
Tudo começou…
Dentre minhas novas amigas do 1º ano, havia uma que admirava o mistério de um certo ser que andava sempre com o rosto coberto pelos seus cabelos longos e o capuz de sua blusa. Um belo dia, após o ver de cara limpa, o mistério acabou e a graça também! –‘
Mas esse é só o início da história que se estende até os presentes dias.
O assunto permaneceu adormecido, voltando a aflorar somente um ano depois. Grande parte dos dias, quando comecei a voltar mais tarde para casa, encontrava-o no ponto de ônibus. Até aí tudo bem, várias pessoas voltam de ônibus, mas… pegamos o MESMO ônibus, fazemos praticamente o MESMO caminho para chegarmos aos nossos destinos. Devido à repetição das “caronas no cipó” (como diria minha amiga), a imaginação super criativa de minhas amigas começou a criar histórias mirabolantes.
Continua…
Próxima: A incrível sorte de cairmos na mesma sala, outra vez! –‘
Obs: A selva está relacionada à área onde o ser vive e ao apelido carinhoso que recebeu na escola (acho que foi na escola)!